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20/03/19

Sistemas de refrigeração movidos à competitividade e sustentabilidade

 

Por Giseli Cabrini, do Rio de Janeiro

 

Sistemas de refrigeração constituem um tema vital para a competitividade do setor supermercadista e também para a sustentabilidade. Responsáveis por 70% dos custos dos supermercados em virtude do consumo energético, esses equipamentos também geram um ônus ambiental quando movidos a gases refrigerantes, como o R-22 e o R-404 A, que causam impactos para a camada de ozônio e o aquecimento global. Daí a importância de parceiros como a Chemours que disponibiliza uma solução que reduz gastos e é mais amigável para o meio ambiente.

 

Segundo a coordenadora técnica da Chemours, Joana Canozzi, o Opteon XP40 é um fluido refrigerante que está alinhado às cinco grandes prioridades do setor supermercadista para 2019 por ser um aliado estratégico para inauguração e reforma de lojas, além de programas de prevenção de perdas. Isso porque se trata de uma solução segura tanto do ponto de vista ambiental quanto operacional e também por ampliar a eficiência energética.

 

Outra vantagem da substância é que ela, diferentemente de outras opções para substituir o R-22 e o R-404 A - como amônia, propano e CO2, pode ser utilizada em processos de retrofit e não implica riscos de toxidade e inflamabilidade. Ou seja, não demanda altos investimentos na troca de fluidos.

 

Recentemente, a Chemours realizou uma parceria com a Superfrio, empresa especializada em soluções de refrigeração para o varejo, para a realização de um procedimento de retrofit com aplicação do Opteon XP40. O projeto envolveu uma loja da rede St Marche, na cidade de São Paulo. 

 

Além de reduzir a pegada de carbono da loja, a substituição de R-404 A pelo Opteon XP40 proporcionou uma economia média total do consumo de energia elétrica para a loja de 8,3%. “Isso significa que, em um ano, economiza-se em kW o equivalente a um mês de funcionamento da loja toda”, disse Joana. No que diz respeito ao desempenho da refrigeração, houve um aumento no coeficiente de performance (COP) de 16% no caso dos resfriados e de 9,6% para os congelados.

 

O valor economizado com a melhoria da eficiência energética da loja cobre o investimento da equipe dedicada ao processo de retrofit e o custo da troca de fluido refrigerante. Assim, o investimento para substituição é feito apenas uma vez, mas os ganhos gerados pela economia de energia se perpetuam.

 

Joana foi uma das palestrantes da 53ª edição da Convenção Abras que acontece até 21 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

 

Redação Portal ABRAS