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30/04/19

PIB paulista cresceu 1,0% entre janeiro e fevereiro de 2019

O Produto Interno Bruto (PIB) de São Paulo cresceu 1,0% entre janeiro e fevereiro de 2019, na comparação livre dos efeitos sazonais. As informações foram divulgadas pela Fundação Seade ontem (29).

 

O resultado refletiu os desempenhos na indústria, com aumento de 2,8%, nos serviços, com alta de 0,1%, e na agropecuária com queda de 1,2%.

 

No acumulado dos últimos 12 meses, o PIB paulista avançou 1,4%, com crescimentos na indústria de 0,5%, e nos serviços 2,1%, somado à variação negativa da agropecuária 2,6%.

 

Na comparação com igual mês do ano anterior, a atividade econômica paulista cresceu 3,9%. A agropecuária registrou retração de 1,5%, enquanto o setor de serviços mostrou avanço de 3,9%, seguido pelo crescimento de 3,8% da indústria.

 

A atividade econômica do Estado calculada com base na média móvel dos últimos três meses finalizados em fevereiro de 2019 cresceu 0,3%, com ligeiros aumentos na indústria de 0,3% e no setor de serviços 0,1%. A agropecuária, porém, teve m desempenho negativo de 0,8%.

 

Supermercados

 

Os empresários do setor supermercadista estão mais cautelosos em relação à aceleração da inflação e aos preços dos produtos. Os dados são da Pesquisa de Confiança dos Supermercados do Estado de São Paulo (PCS/APAS), da Associação Paulista de supermercados (APAS), divulgada ontem (29). O otimismo do setor em relação ao ritmo de aumento de preços caiu para 8% em comparação aos 31% apurados em abril.

 

O pessimismo em relação ao tema cresceu de 8%, em março, para 15% em abril. Para o futuro, as perspectivas também pioraram. O otimismo em relação à inflação foi igual a zero, ante os 23% apurados em março. Já o pessimismo cresceu de 23% para 38% no mesmo período.

 

De forma geral, o índice de confiança permaneceu praticamente estável, em 33%. Em relação a situação atual, o otimismo subiu dois pontos percentuais, para 29% do empresariado do setor.

 

A maior parte dos empresários ainda mantém o campo neutro, com 47% das respostas, ante 46% em março. Em relação ao futuro, o otimismo caiu de 40% para 36%, o pessimismo aumentou de 17% para 23%.

 

Fonte: DCI