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09/08/19

Dia dos Pais: ao escolher o presente, aposte na sustentabilidade

 

O Dia dos Pais já é neste domingo (11/08/2019), mas muita gente ainda não garantiu um presente para a data. Segundo a consultoria Iemi, que realiza pesquisas de intenções de compra, mais de 80% dos brasileiros devem optar por dar roupas na hora de homenagear os patriarcas. No entanto, tal gesto conflita diretamente com a onda de consumo consciente que o mundo da moda vive, pois milhares de novas peças entrarão em circulação e, depois, acabarão despejadas na natureza. Que tal investir em uma opção mais sustentável?

 

Vem comigo saber como!

 

Elencada entre as mais poluentes do planeta, a indústria da moda, aos poucos, busca sua redenção perante o meio ambiente. Contudo, para que a mudança realmente aconteça, os consumidores também precisam reavaliar seu comportamento na hora de irem às compras. Neste cenário, os brechós, antes vistos com maus olhos por muitas pessoas, passaram a ser uma opção sustentável para quem quer dar aquela repaginada no visual.

 

Atenta a essa movimentação, Gabriella Constantino investiu, há quatro anos, na Prettynew, uma loja voltada ao consumo de peças de segunda mão. Em seu acervo, cheio de peças grifadas, a empresária conseguiu criar um mix de dar inveja a qualquer multimarcas. Agora ela apresenta sua linha Men, para que o público masculino também colabore com o planeta.

 

O compilado estruturado por Gabriella agrega roupas, sapatos, acessórios e relógios para todos os estilos e gostos, como você pode conferir nesta lista de produtos que selecionei para o Dia dos Pais.

 

Há quem ache que produtos de segunda mão não são adequados para presentear, mas Gabriella afirma que esse ponto de vista é ultrapassado. “Eu sempre presenteio meus pais com produtos secondhand. Eles não têm preconceito nenhum e acho que ninguém deveria ter. Pelo menos na Prettynew, a maioria das peças são praticamente novas e, muitas vezes, nunca usadas. Não tem por que você não presentear uma pessoa com algo lindo com preço ótimo só porque já foi usado uma ou duas vezes”, defende.

 

Fonte: Metrópoles